sexta-feira, 31 de outubro de 2014

BIOGRAFIA DE ANÍSIO TEIXEIRA - PROFESSORA PENHA ( UNIVERSIDADE E SOCIEDADE )

Anísio Spínola Teixeira nasceu em Caetité na Bahia em 12 de julho de 1900. Estudou no Instituto São Luís na cidade em que nasceu e no Colégio Antônio Vieira em Salvador, ambas jesuíticas. Anísio desejou entrar para a Companhia de Jesus, porém, seu Pai, Deucleciano Pires Teixeira almejava para o filho uma vida política e manda-o estudar no Rio de Janeiro. Ingressou, portanto, no curso de Ciências Jurídicas do Rio de Janeiro. Bacharel em Direito, Anísio recebe o convite do Governador Góes Calmo para assumir em 1924 a Direção da Instrução Pública. Iniciava, assim, um caminho rumo a paixão que seguiu até sua morte, a educação.


Anísio assume a educação num período em que o sistema educacional estava em tempos de constituição, era o final da década de 20. A educação gozava de muito pouco reconhecimento social (Saviani, 2007, p. 218) nesse período. Dessa forma era necessário conhecer mais sobre a educação para fazer a diferença em seu país. Com isso, Anísio viaja para Europa em 1925, visitando várias cidades como a Espanha, Itália, Bélgica e França. Em 1927 viaja para os Estados Unidos e em 1928 faz um curso de pós-graduação na Universidade de Columbia.
No decorrer de suas viagens Anísio é influenciado por John Dewey e se torna precursor e dinamizador de suas teorias no Brasil. Dessa forma, ele centra suas produções na visão democrática que os Estados Unidos trabalhava em suas escolas e publica o livro Em marcha para a democracia: à margem dos Estados Unidos.


Fonte:http://www.infoescola.com/biografias/anisio-teixeira/

MAFALDA E A TURMA DA MÔNICA - PROFESSORA: PENHA (LTS)

As diferenças que cercam as heroínas dos quadrinhos argentinos e brasileiros

Mafalda e Mônica são dois verdadeiros ícones dos quadrinhos de seus países (e acredito que em ambos os casos já podem ser consideradas ícones mundiais) com idades próximas e até mesmo características físicas semelhantes. As duas personagens são permeadas, basicamente, pelo ambiente familiar e pelo grupo de amigos, como é habitual a crianças em idade pré-escolar. Ambas foram criadas no mesmo ano, em 1963, e apesar dessa série de similaridades que podemos notar de cara, com um olhar um pouquinho mais atento, percebemos que as duas são diametralmente opostas.
Numa rápida olhada vemos uma grande diferença de postura das personagens em relação à situação política, as aspirações de vida e, principalmente, o posicionamento ideológico das personagens. Não é nem um pouco difícil perceber que Mafalda se apresenta de uma forma extremamente crítica em relação ao mundo e à situação política do mesmo, enquanto Mônica apresenta-se como uma menina que, mesmo se distanciando do estereótipo do comportamento feminino em muitos momentos, se mostra sonhadora, romântica, até mesmo conformada, aspirando casar-se e ter filhos. Mas é importante ressaltar que a personagem brasileira foi criada para atender ao público infantil, enquanto a argentina nunca teve este intuito.
Fonte:http://judao.com.br/mafalda-e-monica-semelhancas-e-diferencas-que-cercam-heroinas-dos-quadrinhos-argentinos-e-brasileiros/

GIGOLÔ DAS PALAVRAS ( LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO)- PROFESSORA: PENHA ( LTS )


"O gigolô das palavras" é uma narrativa acerca de uma experiência vivida por seu autor, Luís Fernando Veríssimo. Indagado por alguns grupos de estudantes, o escritor precisou expor sua opinião a respeito da indispensabilidade ou não da gramática no aprendizado ou no uso de qualquer língua.
Após desfazer a idéia de que estava caindo em uma armadilha para ser desmascarado, Veríssimo começa a elaboração de sua resposta afirmando que a linguagem é, e deve ser tratada como, um meio de comunicação. Segundo ele, a gramática é "apenas" o esqueleto da língua, ou seja, embora importante, só predomina em línguas mortas, servindo, isoladamente, para estudo e não para fornecer informações.
A gramática (e isso o autor afirma com responsabilidade), de fato, não é o principal elemento para a existência da comunicação. Prova disto é a própria população brasileira, que tem grande porcentagem de indivíduos analfabetos e nem por isso anti-sociais ou incapazes de se expressar.
Por outro lado, ousando discordar da opinião de tão respeitado autor, é inconcebível a um jornalista, escritor ou qualquer outro estudioso da língua, que vive da comunicação oral ou escrita, desmerecer a gramática. Saber usar as palavras, nesses casos, além de virtude é uma necessidade. É fato que há uma linguagem específica para cada tipo de "interlocutor-alvo", mas, até nas mais simples maneiras de se falar, em se tratando desses "dependentes da comunicação", a gramática deve ser respeitada e obedecida, não só para que um caráter formal e verídico seja dado ao que é dito, mas também para manter viva aquela que é a maior expressão cultural de um povo: a sua linguagem.


Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/resenha-de-039-o-gigolo-das-palavras-039-de-luis-fernando-verissimo/22823/#ixzz3HmQNhRqw

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Biografia de Marcos Bagno - PROFESSORA PENHA ( LTS ).




Biografia 


Marcos Araújo Bagno nasceu em 21 de agosto de 1961, ele é um professor, doutor em filologia, linguista escritor brasileiro.

É professor do Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução da Universidade de Brasília, doutor em filologia e língua portuguesa pela Universidade de São Paulo, tradutor, escritor com diversos prêmios e mais de 30 títulos publicados, entre literatura e obras técnico-didáticas. Atua mais especificamente na área de sociolinguística e literatura infanto-juvenil, bem como questões pedagógicas sobre o ensino de português no Brasil. Em 2012 sua obra As memórias de Eugênia recebeu o Prêmio Jabuti. Escreve uma coluna sobre língua portuguesa na revista Caros Amigos.


Algumas Obras de Bagno

  • Preconceito linguístico: o que é, como se faz (1999)
  • A Língua de Eulália (novela sociolinguística) (1997)
  • Português ou brasileiro? Um convite à pesquisa (2001)
  • Sete erros aos quatro ventos: a variação no ensino de português (2013)
  • Gramática, pra que te quero? Os conhecimentos linguísticos nos livros didáticos de português (2011)

como afirma Bagno (2007,p.36): "ao contrário de um produto pronto e acabado,de um monumento histórico feito de pedra e cimento,a língua é um 'processo',um fazer-se permanente e nunca concluído".


Fontes: BAGNO,M.Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguistica. São Paulo: Parábola Editorial,2007. 

https://www.youtube.com/watch?v=DJwsCHvPIPs

http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcos_Bagno


BIOGRAFIA DO ESCRITOR MIA COUTO - PROFESSORA PENHA / ( LTS ).


       Mia Coutopseudônimo de António Emílio Leite Couto (Beira5 de Julho de 1955), é um biólogo e escritor moçambicano.
       
        Mia Couto nasceu e foi escolarizado na Beira em África. Adotou o nome porque tinha uma paixão por gatos e porque o seu irmão não sabia pronunciar o nome dele. Com catorze anos de idade, teve alguns poemas publicados no jornal "Notícias da Beira" e três anos depois, em 1971, mudou-se para a cidade capital de Lourenço Marques (agora Maputo). Iniciou os estudos universitários emmedicina, mas abandonou esta área no princípio do terceiro ano, passando a exercer a profissão de jornalista depois do 25 de Abril de 1974. Trabalhou na Tribuna até à destruição das suas instalações em Setembro de 1975, por colonos que se opunham à independência. Foi nomeado diretor da Agência de Informação de Moçambique (AIM) e formou ligações de correspondentes entre as províncias moçambicanas durante o tempo da guerra de libertação. A seguir trabalhou como diretor da revista Tempo até 1981 e continuou a carreira no jornal Notícias até 1985. Em 1983, publicou o seu primeiro livro de poesia, Raiz de Orvalho, que, segundo algumas interpretações, inclui poemas contra a propaganda marxista militante.Dois anos depois, demitiu-se da posição de diretor para continuar os estudos universitários na área de biologia.

Além de considerado um dos escritores mais importantes de Moçambique, é o escritor moçambicano mais traduzido. Em muitas das suas obras, Mia Couto tenta recriar a língua portuguesa com uma influência moçambicana, utilizando o léxico de várias regiões do país e produzindo um novo modelo de narrativa africana. Terra Sonâmbula, o seu primeiro romance, publicado em 1992, ganhou o Prêmio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos em 1995 e foi considerado um dos dez melhores livros africanos do século XX por um júri criado pela Feira do Livro do Zimbabué. Em 2007, foi entrevistado pela revista Isto É.4 Foi fundador de uma empresa de estudos ambientais da qual é colaborador.

Obras:Mia Couto tem uma obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, contos, romance e crônicas.Muitos dos livros de Mia Couto são publicados em mais de 22 países e traduzidos em alemãofrancêscastelhanocatalãoinglês e italiano.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mia_Couto


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Componente Curricular (LTS) Professora Penha.


Jô Soares Entrevista Milton Santos



Biografia


Milton Santos nasceu no município  baiano  de  Brotas de Macaúbas  los 3 de maio de 1926. AINDA Criança, migrou com SUA Família parágrafo Outras Cidades baianas, Como Ubaitaba , Alcobaça e, posteriormente, Salvador. Em Alcobaça, com OS pais e Avós maternos OS (Todos Professores Primários), FOI Alfabetizado de e Aprendeu álgebra EA FALAR Francês .       
Aos 13 Anos, Milton dava Aulas de Matemática há Ginásio los that estudava, O Instituto Baiano de Ensino. Aos 15, passou a lecionar Geografia e, AOS 18 anos, prestou vestibular Pará Direito em Salvador. Enquanto Estudante secundário e universitário Marcou Presença na militância Política de  Esquerda. Formado los Direito, Não deixou de se interessar Pela Geografia, Tanto Que fez concurso professor catedrático Pará não Colégio Municipal de Ilhéus. Nesta Cidade, Além do magistério desenvolveu Atividade Jornalística, estreitando SUA amizade com Políticos de Esquerda. Nesta Época, escreveu O Livro Zona do Cacau , posteriormente incluido na Coleção Brasiliana , JA COM Influência da Escola francesa Regional.  
Em 1958, concluiu Seu doutorado na Universidade de Estrasburgo , na Fronteira da França com a Alemanha. Ao regressar ao Brasil, CRIOU o Laboratório de geomorfologia e Estudos Regionais, mantendo Intercâmbio com OS mestres Franceses. Apos Seu doutorado, Teve Presença marcante na vida Acadêmica, EM Atividades jornalísticas e Políticas de Salvador. Em 1961, o Presidente Jânio Quadros nomeia-o parágrafo a subchefia fazer Gabinete Civil, Tendo viajado a Cuba Com uma comitiva presidencial - O Que LHE valeu Registro nºs Órgãos de Segurança Nacional apos o golpe de 1964.           



Conceito de Território, Segundo Milton Santos:

[...] retoma dois conceitos da Geografia: o conceito de território e o conceito de lugar.
O autor propôs que o “espaço geográfico” (sinônimo de “território usado”) seja compreendido como uma mediação entre o mundo e a sociedade nacional e local, e assumido como um conceito indispensável para a compreensão do funcionamento do mundo presente.
Ele chama atenção para o novo funcionamento do território, através de horizontalidades (ou seja, lugares vizinhos reunidos por uma continuidade territorial) e verticalidades (formadas por pontos distantes uns dos outros, ligados por todas as formas e processos sociais).
O território, hoje, pode ser formado de lugares contíguos e de lugares em rede: as redes constituem uma realidade nova que, de alguma maneira, justifica a expressão verticalidade. Mas além das redes, antes das redes, apesar das redes, depois das redes, com as redes, há o espaço de todos, todo o espaço, porque as redes constituem apenas uma parte do espaço e o espaço de alguns. São, todavia, os mesmos lugares que formam redes e que formam o espaço de todos.



Fontes:

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos>

https://www.youtube.com/watch?v=jzUIHAAilSM >



terça-feira, 28 de outubro de 2014

Comentário sobre a música " Língua " de Caetano Veloso - Componente curricular: LTS - Professora Penha.






O cantor Caetano Veloso, começar a música “Língua”, citando um dos maiores poeta de língua portuguesa que é Luís de Camões, demonstrando sua apreciação em uma boa leitura de grandes clássicos da literatura. O cantor deixa evidente que gosta de criar confusões prosódia que é vocalização das palavras segundo as leis do acento e da quantidade ou estudo dos sons da fala, do ponto de vista da acentuação, entonação, duração, etc. o cantor faz uso dos vários recursos linguísticos da língua portuguesa.
A letra da música expõe as muitas cores, poética e literatura do nosso país e do nosso idioma oficial, o cantor canta a diversidade cultural do nosso país “Que encurtem dores e furtem cores como camaleões”, ou seja, essa música canta o povo brasileiro e as muitas variedades presentes na cultura.
Além de cita Camões, Caetano faz várias citações de outros nomes de diversas áreas culturais como o poeta “Fernando Pessoa”, e escritor brasileiro “João Guimarães Rosa”, a jornalista e atriz “Scarlet Moon de Chevalier” muitos outros personagens da nossa língua. “Gosto do Pessoa na pessoa”,“ Da rosa no Rosa”.